Seguem nossas atividades para a quinzena, na disciplina de Filosofia.
As atividades devem ser feitas no caderno, e serão vistadas no nosso retorno.
A Atividade 1 está no livro que vocês receberam da biblioteca, e a Atividade 2, está fundamentada em uma matéria da Revista “Época”, em anexo.
📌 Para qualquer dúvida, me coloco à inteira disposição.
Instruções:
·
As atividades devem
ser copiadas e respondidas no caderno, e serão vistadas no retorno logo após a
quarentena.
Atividade 1
Cap.
19_ A política
ü Leitura
das p. 344 a 347 do livro “Fundamentos da Filosofia”, Autores: Gilberto Cotrim
e Mirna Fernandes.
ü Responder
às questões da p. 347 _ “Conexões” e “Análise e entendimento”.
Atividade 2
Após a
leitura do texto a seguir, faça uma análise da conjuntura mundial em que
estamos vivendo, e baseado também nas informações que você tem recebido por
diversos meios de mídia, elabore um texto apontando quais atitudes que tem sido
tomadas pelos nossos governantes (governo estadual e federal) você considera
pertinentes ou desnecessárias para o momento.
"Na luta contra o coronavírus, a humanidade precisa de lideranças
globais", diz Yuval Harari
Em artigo publicado
na revista Time, o filósofo e escritor discute a relação entre a pandemia e a
globalização
ÉPOCA NEGÓCIOS
19 MAR 2020 - 09H52 ATUALIZADO
EM 19 MAR 2020 - 09H52
Para enfrentar
uma pandemia como a causada pelo coronavírus, as nações devem se unir, em vez de se distanciar. O filósofo e escritor Yuval
Harari fez essa afirmação no início do mês, em entrevista. Alguns dias depois, já com a proliferação do coronavírus ainda mais contundente ao redor do mundo, Harari voltou a
defender a globalização, em artigo
publicado na Time.
Na sua visão, culpar a
globalização pela pandemia é um erro. “Dizem que a única maneira de se prevenir
contra epidemias é
‘desglobalizar’ o mundo, construindo muros, restringindo viagens,
reduzindo o comércio. No entanto, enquanto quarentenas, no curto prazo são
importantes para interromper as epidemias, o isolamento no longo prazo
nos levará a um colapso econômico, sem oferecer nenhum tipo de
proteção real contra doenças”, diz. “O verdadeiro antídoto para epidemias não é
a segregação, é a cooperação”, afirma.
Para defender o seu
argumento, Harari afirma que a incidência e o impacto de epidemias nos últimos
séculos caiu drasticamente. “Apesar dos casos horrendos como o da Aids e do
ebola, as epidemias do século 21 mataram muito menos humanos quando comparado
proporcionalmente com a Idade da Pedra”, diz. No seu
entendimento, um fator fez toda a diferença com o decorrer dos anos: a
informação. “A melhor defesa para os seres humanos contra as doenças não é o
isolamento, é a informação.”
“Enquanto pessoas na Idade
Média nunca descobriram a causa da chamada peste negra, demorou duas semanas
para que cientistas identificassem o novo coronavírus, fizessem sequenciamento
do seu genoma e desenvolvessem um teste confiável para identificar novos contaminados”,
diz.
O que fica de lição
Para Harari, o principal aprendizado da pandemia é sobre fronteiras. “A história mostra que a verdadeira proteção vem do compartilhamento de conhecimento científico confiável, e da solidariedade global. Quando um país enfrenta uma epidemia, ele não deve ter medo de compartilhar tudo que sabe sobre ela por questões econômicas.”
Outro ponto relevante para
o escritor é que a humanidade enfrenta uma crise de confiança. “Na luta contra
o coronavírus, a humanidade carece de lideranças”, diz. Para vencer uma
epidemia, as pessoas precisam confiar em experimentos científicos e nas
autoridades; e países precisam confiar em outros países. “Nos últimos anos,
políticos irresponsáveis deliberadamente fizeram pouco da ciência. Como resultado,
agora estamos enfrentando uma crise e não temos líderes globais capazes de nos
inspirar e de organizar uma resposta global à altura do problema.”
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