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27 de setembro de 2011

Atividade Avaliativa_ IV Bimestre Noturno 2011

O Grito do Ipiranga_ Pedro Américo_ 1888

* Para as turmas do 2º ano de História _  Noturno


ATIVIDADE AVALIATIVA_ IV Bimestre
Conteúdo: Independência do Brasil (1822), O Reinado de Dom Pedro I (1822-1831), Período Regencial (1831-1840).



Independência do Brasil (1822)

01_ Embora tivessem muito em comum, o processo de independência no Brasil e o processo de independência na América Espanhola apresentaram algumas diferenças bem visíveis. Indique algumas delas.

02_ Hoje, que avaliação podemos fazer do Brasil? Nesses mais de 180 anos de independência, conquistamos autonomia econômica? Superamos as mazelas de uma organização social fundamentada no latifúndio e no trabalho escravo? Quais as heranças do período colonial?

O Reinado de Dom Pedro I (1822-1831)
03_ Após o 7 de Setembro de 1822, restava ao Brasil dar vários passos para se consolidar como nação independente. Um deles era obter o reconhecimento internacional. Resuma como o Brasil obteve esse reconhecimento.

04_ Confederação do Equador, Guerra Cisplatina, Noite das Garrafadas. Muitos foram os movimentos contrários à autoridade de dom Pedro I. Resuma as principais características dos movimentos de oposição a dom Pedro I que culminaram com sua abdicação.

Período Regencial (1831-1840)
05_ Complete o quadro das revoltas regenciais com os seguintes dados:

Revolta
Período
Local
Reivindicações
Consequências
Cabanagem




Balaiada




Revolta dos Malês




Sabinada




Guerra dos Farrapos





24 de setembro de 2011

Simulado Específico para as Disciplinas de Filosofia e Sociologia



ü  Este caderno de questões de Vestibular destina-se aos alunos das 3ª séries do Ensino Médio Matutino como preparatório para o ENEM 2011;
ü  Data limite para entrega do Gabarito: 17/10/2011.
ü  Com a resolução deste, será atribuída nota para as duas disciplinas.


Obs.: Não tentem ler o arquivo online, por algum motivo ainda misterioso para mim, não consegui fazer a conversão correta do documento para leitura online, mas se fizerem o download, conseguirão visualizar da maneira correta em seus computadores. Vai entender...


https://docs.google.com/leaf?id=0BxgzUZ5WGuI6Y2NkMmZhYzQtMmZhZS00YzBkLTg4MDQtZTVlMzE0NDA3N2Qx&sort=name&layout=list&num=50

21 de setembro de 2011

A ilusão do desenvolvimento econômico


Texto complementar ao Capítulo 07_ O subdesenvolvimento na disciplina de Sociologia para os 3º anos do Ensino Médio _  Matutino
* Ao aluno que responder aqui no Blog à questão proposta, será atribuído 1,0 (Extra) à média do 4º Bimestre, em Sociologia.
* Para as turmas 3º A, B e C.
* Data limite para postagem de comentários: 31/10/2011.



A ilusão do desenvolvimento econômico

A ideia defendida nas últimas décadas, de que as grandes massas de população dos países pobres podem atingir os padrões de consumo da minoria da humanidade que vive hoje nos países altamente industrializados, como os Estados Unidos, não passa de um mito, de uma ilusão. 

Essa ideia interessa aos ricos dos países pobres, pois justifica a concentração da riqueza em poucas mãos, em nome do progresso tecnológico e do desenvolvimento económico que, como eles querem fazer crer, futuramente irão beneficiar toda a população. Enquanto isso, essa população continua na miséria, sem alimentação, sem moradia, sem saúde, sem educação; as grandes metrópoles continuam com seu ar irrespirável, a crescente criminalidade, a deterioração dos serviços públicos, etc. 

O que os defensores do mito do desenvolvimento económico deixaram de considerar é o impacto sobre a natureza de uma eventual universalização do consumo, conforme eles preconizam. Um estudo feito por um grupo de especialistas procurou responder a esta pergunta: "O que aconteceria se o desenvolvimento económico, para o qual estão sendo mobilizados todos os povos da Terra, chegasse efectivamente a universalizar-se?" 

A resposta é clara: se isso acontecesse, a pressão sobre os recursos não-renováveis (petróleo, carvão, urânio, alumínio, etc.) seria tal que o sistema económico entraria em colapso; a depredação do mundo físico e a poluição seriam de tal ordem que colocariam em risco as possibilidades de sobrevivência da própria espécie humana. Conclusão: a ideia de que os povos pobres podem um dia chegar a ter os padrões de consumo dos povos ricos é irrealizável, não passa de uma ilusão.

Na verdade, o que acontece é que essa ideia - do desenvolvimento económico - serve para levar os povos pobres a aceitar grandes sacrifícios em nome de um futuro que nunca vai acontecer. Essa ideia serve também para desviar as atenções das necessidades básicas da vida humana - alimentação, saúde, habitação, educação -, para cuja satisfação devem orientar-se os esforços de cientistas, economistas, políticos e de todos os cidadãos. O desenvolvimento de um povo só será possível por meio do atendimento a essas necessidades, para as quais precisam ser orientados os investimentos.

Baseado em: FURTADO, Celso. O mito do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1974.

Pense, explique e opine

1. Por que, na opinião do autor, o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos é uma ilusão?

2. Qual o caminho apontado pelo autor para resolver os problemas do subdesenvolvimento de um povo?

3. Na sua opinião, o Brasil está seguindo esse caminho? Explique sua resposta.

Os índios de Roraima


Texto complementar ao Capítulo 05_ Fundamentos econômicos da sociedade na disciplina de Sociologia para os 2º anos do Ensino Médio _  Matutino

* Ao aluno que responder aqui no Blog à questão proposta, será atribuído 1,0 (Extra) à média do 4º Bimestre.
* Para as turmas 2º A, B, C, e D.
* Data limite para postagem de comentários: 31/10/2011.


Os índios de Roraima 

Os Yanomami são a tribo mais numerosa entre os indígenas brasileiros, e os de cultura mais preservada. De acordo com a Funai, devem ser cerca de 9 000 no Brasil e outros tantos na Venezuela, pois vivem nas terras fronteiriças dos dois países.

A língua Yanomami comporta alguns subgrupos, que definem diferentes áreas de seu território. As variações lingüísticas e as distâncias dialetais autorizam os antropólogos a supor que os Yanomami ocuparam a mesma área por cerca de 3 000 anos.

Tratava-se do maior congresso de tuxauas (caciques) de toda a história daqueles índios. Havia ainda dois tuxauas Macuxis que lá estavam como observadores, mas também para contar a longa experiência do seu doloroso contato com os brancos. No começo, as amabilidades e os pequenos presentes, em seguida, a contaminação com as doenças comuns entre os brancos e mortais para os índios. No final, a expulsão dos índios de suas terras.

No Conselho dos tuxauas todos discursaram longamente. Falaram de seu infortúnio na convivência com o branco e da necessidade de eliminar as querelas internas, para uma união guerreira contra as invasões. Os discursos eram semelhantes. "Comem nosso queixada, nosso mutum, nosso sapo e nossa cobra, envenenam as águas, derrubam a mata e deixam o sarampo, a catapora e a coqueluche, que dizimam adultos e crianças.

Na manhã seguinte saíram alguns caçadores e voltaram umas três horas depois com quinze queixadas, quase todos mortos com uma única, certeira e mortal f1echada. Hábeis açougueiros, em pouco tempo limparam e esquartejaram os animais. Uma parte começou a ser assada, e o restante moqueado para ser comido no curso da semana.

Carbonizada na superfície, a carne conserva-se por mais de dez dias.

À tarde, seguimos a pé para a aldeia Watoriktheri, que quer dizer Serra dos Ventos. Uns 8 quilômetros difíceis para nós e facílimos para toda a tribo, onde as mulheres andavam alegres, carregando pesada carga de porco moqueada e bananas, além das crianças.

Chegamos à aldeia junto com a noite. Aí o espanto com a comovente beleza da mal oca. Uma enorme construção de madeira, bambu e palha. Redonda como uma bacia emborcada e sem fundo. Mais de 50 metros de diâmetro. Toda a volta coberta em torno do círculo central (com 25 metros de diâmetro), em cuja borda o telhado alcançava 10 metros de altura, com as águas vertentes para o limite redondo da maloca.

As famílias distribuíram-se pelo círculo junto às paredes de palha. Armaram, redes rústicas e acenderam pequenas fogueiras que foram realimentadas a noite inteira. Seguiram-se cantos e danças, que saudaram hospitaleiramente os visitantes.

Os Yanomami vivem da caça, da pesca, de frutas silvestres e de uma agricultura rudimentar. Cultivam mandioca, banana, tabaco. Não fumam: enrolam as folhas na forma de um cilindro de 5 centímetros de comprimento e de diâmetro, e o encaixam entre o lábio e os dentes do maxilar inferior.

Relatos anteriores já deram conta da importância da banana na dieta e na cultura dos Yanomami. Nas malocas há sempre um grande e pesado tronco, escavado na forma de uma canoa, onde nas ocasiões festivas são esmagados em águas centenas de cachos. A beberagem é ingerida em cuias, num processo compulsivo. Chegam ao vômito e voltam a comer o mingau amarelo.

Para nós que vivemos no mundo marcado pelos antagonismos, pela degradação da natureza e pela violência dos conflitos sociais, é estimulante a reflexão sobre uma sociedade sem classes e que vive em harmonia com a natureza. No posto Demini e na maloca -Watoriktheri -, observamos o comportamento de cerca de trinta crianças com menos de 6 anos. Não foi possível assistir a uma única briga, ou a um singular choro infantil, como esses que ocorrem dez vezes ao dia nas famílias brasileiras. São brincalhões e alegres. O folguedo preferido é o de atirar pedras com certeira pontaria.

A agricultura, a cerâmica, a cestaria e os diferentes utensílios são tão primitivos que mostram os Yanomami num tempo muito distante daquele que os historiadores chamam de "revolução agrícola do Neolítico Superior". Esta foi a grande inflexão da História, o abalo sísmico que mudou o destino da raça humana, singelamente resultou de que o homem começou a produzir mais do que precisava. Aí surgiram as questões da divisão do trabalho e de quem se apropria do excedente. A comida guarda proporção com a fome. Mas o critério de referência para a formação do excedente passou a ser o seu próprio crescimento, mesmo à custa da fome. Esse foi o marco inicial daquilo que chamamos de "civilização", ou melhor, da história da servidão humana ...

(Adaptado de GOMES, Severo, Folha de São Paulo) 

Pense e explique

1_ Qual é o modo de produção característico dos Yanomami mostrado pelo texto? Explique sua resposta.

2_ Quais as consequências da expansão do modo de produção capitalista sobre os povos indígenas brasileiros mencionadas no texto?


12 de setembro de 2011

Revisão para o Simulado de História_ 1ª Série do Ensino Médio (Noturno)_ Roma



Revisão para o Simulado de História_ 1ª Série do Ensino Médio (Noturno)

Texto para as questões
→ Roma : povoada por pastores nômades há aproximadamente 1.000 AC ;
→ Lenda da Fundação de Roma- A lenda de Rômulo e Remo ;
→ Sociedade Romana formada por:
- Patrícios
- Plebeus
- Escravos
→ A evolução política de Roma está dividida em Monarquia, República e Império;
→ Durante o Período Republicano em Roma, o efetivo controle político estava consolidado no poder do Senado e dos Cônsules;
→ A crise o Império Romano foi marcada por um processo que alterou as relações sociais e políticas determinando novos vínculos, assentados, principalmente na posse de terras;
→ No século III, o Império Romano sofreu uma grave crise provocada pela falta de escravos que eram a mão-de-obra principal devido ao esgotamento das guerras de conquista;
→ O Édito de Milão, assinado pelo Imperador romano Constantino em 313, mudou as relações entre a Igreja Católica e o Estado porque tornou oficial a religião cristã em todo o Império Romano;
→ A mulher em Roma: Roma é uma sociedade ancestralmente patriarcal. À cabeça de cada grupo estava um pater familias que exercia o seu poder até à morte, podendo decidir da vida ou morte dos seus filhos. Pelo casamento, a mulher passava a depender da família do marido, ficando submetida a um poder familiar semelhante ao que tinha em casa antes do matrimônio, pois o esposo podia também decidir da sua vida. A generalidade das meninas romanas recebia apenas uma instrução básica, pois a sua função primordial era prepararem-se para ser esposas e mães, apesar de ter havido exemplos de mulheres que exerceram influentes profissões ou que dirigiram negócios lucrativos.

Atividade de revisão (Procurar respostas neste texto e no livro; entregar na quarta 14/09; valor: 1,0)

01_ Existem duas explicações para a origem de Roma, uma lendária e outra histórica. Explique as duas versões.

02_ Como estava formada a sociedade romana? Qual papel cabia à mulher nela?

03_ Durante o período republicano, Roma transformou-se de simples cidade-estado em um grande império, voltando-se inicialmente para a conquista da península Itálica e mais tarde para todo o mundo da orla do mar Mediterrâneo. Nas mãos de quem estava o poder durante o período republicano?

04_ Cite os problemas que levaram à crise do Império Romano, sobretudo no que diz respeito à posse de terras e falta de escravos.

05_ Qual a importância do Édito de Milão para os cristãos em Roma?

4 de setembro de 2011

Desafio de História



"O fato é que a elite brasileira nunca se interessou em mostrar os movimentos de resistência ocorridos no Brasil frente à dominação cruel imposta pela ditadura militar, afinal de contas, assim fica mais fácil esquecer das perseguições políticas, censura, espancamento de artistas, torturas e mortes executadas pelos militares, e apoiados por parte da imprensa como o jornal Folha de S. Paulo, que hoje cinicamente defende a liberdade de imprensa." 

Este foi  mais um fato ocorrido neste período. Alias que período é esse? Quem está sendo mostrado nessa imagem?  Explique especialmente o mistério desse fato...

A melhor resposta postada aqui, será recompensada com 1,0 (Extra no III Bimestre).